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Cooperativismo

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Contribuições ao Sistema OCB/SESCOOP-GO Em Goiás, o cooperativismo tem suas origens ligadas ao processo de ocupação e expansão da fronteira agrícola na década de 40. O seu nascimento está ligado ao processo de interiorização do País e de uma nova divisão do trabalho. Na época, o objetivo era reconstruir uma economia mais voltada para um mercado interno.

A primeira forma de incentivo do cooperativismo goiano foi pela Constituição do Estado de Goiás, de 1946, que, em seu artigo 36, estabelecia imunidade tributária para todas as cooperativas. O fomento das atividades cooperativas, por longo tempo, esteve situado na Secretaria de Agricultura do Estado, por meio do seu Departamento de Assistência ao Cooperativismo. O órgão desenvolveu alguns trabalhos de educação cooperativista, que resultaram nas primeiras cooperativas goianas, muitas delas fortemente atreladas ao Estado e, por isso, com vida curta.

As primeiras cooperativas surgiram em Goiás a partir de 1949, porém, todas duraram pouco tempo. O governo desenvolveu um projeto com objetivo de trazer imigrantes para Goiás, não somente com a intenção de povoar o Estado, mas também de incrementar novas técnicas de produção agrícola na região. As três primeiras cooperativas em território goiano foram constituídas por imigrantes italianos e poloneses. No município de Rio Verde, foi instalada a Cooperativa Italiana de Técnicos Agricultores, em março de 1949, com objetivo de assentar 5 mil famílias em uma área de 150 mil hectares. Durou apenas um ano.

Duas outras cooperativas foram fundadas nesse mesmo período. Em 1949, imigrantes poloneses fundaram a Cooperativa Agropecuária de Itaberaí e durou oito anos. No mesmo ano, foi fundada outra cooperativa de imigrantes poloneses na fazenda Córrego Rico, entre Inhumas e Itaberaí, com o nome de Cooperativa Rural de Córrego Rico, que também durou até 1957. Na década de 50, foram fundadas várias cooperativas de crédito rural e, na década de 60, surgiram as primeiras cooperativas agropecuárias e de consumo. 

Contudo, somente na década de 70, houve nova fase de estruturação do cooperativismo goiano. Foi quando as cooperativas agrícolas ressurgiram com um novo projeto econômico, de organizar a produção de grãos nas terras férteis, principalmente do Sul e Sudoeste goianos. O pensamento empresarial cooperativista nasceu nesse período. O ramo que melhor soube utilizar essa relação, graças à especificidade do seu produto, foi o agropecuário. 

No final da década de 80, reaparecem as cooperativas de crédito rural e mútuo, como consequência da aspiração de produtores rurais, principalmente, de constituírem seu próprio banco cooperativo. Também surgiram as sociedades do ramo de ensino, como resposta às dificuldades do sistema de ensino da época. O crescimento das redes de supermercados nesse período foi um dos fatores que levaram as cooperativas de consumo a, praticamente, desaparecerem. Nos anos 80, surgem também as cooperativas de trabalho, organizando categorias profissionais como médicos, odontólogos, taxistas etc.

Diante das circunstâncias evolutivas do cooperativismo goiano e das transformações econômicas e políticas dos últimos tempos, nesse novo milênio, foi iniciada uma nova etapa do movimento cooperativista regional. Observa-se uma influência cada vez mais marcante da intercooperação, da preocupação com a comunidade assim como da afirmação dos ramos de trabalho e crédito, como os que mais atenderam os desafios da sociedade atual. Ambos respondem à realidade do desemprego, das alterações profundas nas relações trabalhistas e da necessidade de investimentos no crédito pessoal.

Agrega-se ao movimento cooperativista goiano, principalmente àquele ligado às atividades agropecuárias, a preocupação constante com a questão ambiental, vertente moderna da sociedade, que encontra eco na administração cooperativa fundamentada na perenidade dos nossos princípios e na preservação dos recursos naturais.

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