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23/11/2012 - Panamericano 1: Lderes discutiram integrao no cooperativismo de lcteos na Amrica Latina

23/11/2012

Estratégias para o crescimento do setor lácteo foram discutidas no encontro

Com a concentração de mercado em escala global e aumento dos custos dos insumos na produção agropecuária, os produtores rurais ressentem-se por ser o elo mais frágil da cadeia. Aliado a isso, soma-se também a falta de estratégia comercial dos próprios produtores e suas cooperativas, em especial no segmento lácteo. Essas e outras questões foram debatidas na última quarta-feira (21) na sede do Sistema OCB/SESCOOP-GO, em Goiânia, no 1º Encontro Panamericano de Cooperativas de Leite. O evento, que integra o calendário brasileiro do Ano Internacional das Cooperativas, declarado pela ONU, foi promovido pela OCB Nacional e Federação Panamericana de Leite (Fepale), com apoio da OCB-GO. Cerca de 50 pessoas participaram, entre dirigentes cooperativistas brasileiros e dos países convidados (Uruguai, Chile e Costa Rica). Na abertura, o presidente do Sistema OCB/SESCOOP-GO, Haroldo Max de Sousa, falou da importância da discussão de gargalos na produção láctea em nível internacional e como as cooperativas de leite podem estreitar relações em prol de objetivos comuns. “Temos que buscar um processo de ganha-ganha nessa relação internacional e há espaço para que nossas entidades representativas e nossas cooperativas estabeleçam esse diálogo”, enfatizou Max de Sousa dando boas-vindas aos presentes. Bernardo Macaya Trejos, presidente da Fepale, abordou em sua fala inicial o panorama do mercado mundial de leite e nas Américas, enfatizando a participação das cooperativas nesses cenários. “O setor lácteo representa um mercado propício ao desenvolvimento dos pequenos e médios produtores e o cooperativismo é um modelo inclusivo, desenvolvimentista e democrático que tem um papel importante no crescimento global do setor [lácteo]”, disse Macaya Trejos, que é vice-presidente de uma das maiores cooperativas de leite de Costa Rica, a Dos Pinos. O presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, abordou a importância que o leite ocupa atualmente no cenário do cooperativismo agropecuário brasileiro, mas não deixou de apontar suas “fragilidades”. “O leite é um setor hoje que mais visivelmente tem fragilidades. Mas muito disso é porque falta uma política para o leite. E não estou falando de política pública, estou falando de política nossa mesmo, dos nossos produtores, das nossas cooperativas. “Onde queremos chegar? Que estratégia temos para o nosso negócio?. Acho que temos essa fragilidade organizacional estratégica, que é nossa, brasileira, mas que está também nos nossos vizinhos”, disse Freitas acrescentando que o encontro seria uma oportunidade para a busca de uma estratégia comum para o cooperativismo lácteo latino-americano. Confira imagens do evento na página do Sistema OCB/SESCOOP-GO no Facebook: www.facebook.com/OCBGO

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