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Alimentos puxam alta da inflao em Goinia

08/05/2015
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O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) em Goiânia teve variação de 0,61% em abril, um recuo considerável em relação aos 2,59% registrados em março. Porém, no ano, o índice acumula alta de 6,68%, bem acima dos 3,31% do mesmo período de 2014.

Segundo os dados do Instituto Mauro Borges de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos da Secretaria de Gestão e Planejamento (IMB/Segplan), os grupos alimentação, que passou de 0,83% para 1,19%, saúde e cuidados pessoais foram os que mais contribuíram para a alta do indicador.

A cesta básica em Goiânia também ficou mais cara, com variação de 2,23%.

IPCA
A inflação oficial do País, calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), também perdeu força e ficou em 0,71% em abril – a menor taxa entre os meses de 2015. Entre meses de abril, no entanto, o índice é o maior desde 2011, quando ficou em 0,77%.

Segundo os dados divulgados nesta sexta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA acumula alta de 4,56% nos primeiros quatro meses do ano – a maior taxa para um primeiro quadrimestre desde 2003, quando foi de 6,15%.O IPCA é considerado a inflação oficial do país por ser o índice usado para as metas de inflação do governo.

Em 12 meses, o IPCA acumula alta de 8,13% – a maior desde dezembro de 2003, quando foi de 9,3%, e 1,63 ponto percentual acima do teto da meta do governo para este ano, de 6,5%. "O que chama atenção é que, desde o início do ano, a taxa superou 1%. Então, fez um barrigão, e em abril, os preços continuaram a crescer, mas menos acelerados do que nos meses anteriores”, disse Eulina Nunes dos Santos, coordenadora de Índice de Preços do IBGE.

“Em janeiro, março e abril, o que explica esses resultados é uma concentração de preços monitorados. Lembra que foi basicamente os ônibus urbanos, em 2014, nem todos os estados aumentaram as tarifas dos ônibus", explicou Eulina.

"Então, já no início do ano, teve uma avalanche de tarifas, isso aliado em janeiro a reajustes de tarifa de energia elétrica, mais a introdução do sistema de bandeiras tarifárias. E também, se não me engano, em fevereiro, a gente teve a pressão dos combustíveis, a gasolina que pressionou a taxa”. “Os monitorados estão muito acima do IPCA, 9,31% no ano e em 12 meses, 13,39%”, ressaltou Eulina.

A especialista do IBGE acrescentou que a inflação do mês de abril também teve influência pela alta do dólar. “Sempre tem a ver com dólar, porque os princípios ativos usados na indústria química têm a ver com dólar”, disse.

Conta de luz
Segundo o IBGE, a maior influência para a desaceleração do IPCA em abril veio dos preços da energia elétrica. O item subiu 1,31% no mês, depois de uma forte alta de 22,08% em março, quando refletiu as revisões nos preços das tarifas de todas as regiões pesquisadas.

"Com os aumentos ocorridos, o consumidor está pagando neste ano, em média, 38,12% a mais pelo uso da energia, enquanto nos últimos 12 meses as contas estão 59,93% mais caras", explica o IBGE.“Praticamente o resultado desse ano se deve à energia elétrica", afirmou Eulina. "A energia responde por um quarto do IPCA do ano (...) em 12 meses, subiu 59,93%. Isso significa 19,34% do IPCA de 12 meses.”

Alimentos e bebidas
No grupo de alimentos e bebidas, a inflação também perdeu força, passando de 1,17% em março para 0,97% no mês passado. Ainda assim, foi o grupo com maior peso sobre o indicador.

O IBGE destaca as altas de 17,9% no preço do tomate, de 7,05% na cebola, e de 6,55% no feijão mulatinho.De acordo com Eulina Nunes, o tomate “liderou a alta dos alimentos”. “Vem atribuindo a seca, por ser um produto muito sensível", explicou. 

Fontes: O Popular e G1

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