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Aneel chama Celg para cobrar melhoria nos servios

19/02/2015

A Celg foi convocada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para explicar os motivos da piora na qualidade do serviço prestado ao consumidor. Outras 15 distribuidoras brasileiras também deverão fazer o mesmo até esta sexta-feira, dia 6. Todas terão de apresentar um plano para corrigir falhas e evitar ultrapassar os limites estabelecidos, como vem sendo praticado desde 2010.

Segundo a Aneel, os indicadores relativos ao tempo médio de duração de interrupções no serviço dessas distribuidoras vêm se mantendo acima dos limites estabelecidos pela agência há cinco anos. O consumidor pode ficar sem energia por até 17,29 horas em Goiás, mas a média por unidade consumidora é de 40,03 horas, segundo o último levantamento do índice de continuidade anual divulgado pela agência, que se refere ao ano de 2013.

Justificativa
Outra justificativa para a convocação, de acordo com a Aneel, é o “expressivo” aumento no número de reclamações recebidas na Central de Teleatendimento da agência de consumidores relatando problemas na distribuição de energia elétrica no Estado. “Fomos convocados para comparecer na sexta-feira para apresentar os dados da empresa, técnicos, econômicos e financeiros”, explica o diretor de Regulação da Celg Distribuição (Celg D), Elie Chidiac.

Nesta sexta, diretores e presidente da Celg D participarão da reunião em Brasília. “Depois de ouvir o que a Aneel tem a nos dizer, teremos um tempo para elaborar um plano de ações para melhorar os indicadores de qualidade”, diz Elie Chidiac. Esta não é a primeira vez que a Aneel convoca a Celg. No ano passado representantes da estatal também tiveram de explicar os motivos de não cumprir metas estabelecidas no contrato de concessão.

Na manhã de quarta-feira, 4, a diretoria da Aneel já havia recebido executivos da Ligth, que atende consumidores do Rio de Janeiro e da Baixada Fluminense. Além da Celg, ainda vão se reunir com a agência representantes da Eletropaulo (SP), Ceron (RO), Cepisa (PI), Eletroacre (AC), Ceal (AL), Amazonas Energia (AM), CEA (AP), Cerr (RR), Ceee-D (RS), AES Sul (RS), Ampla (RJ), CEB (DF), Celpe (PE) e Coelba (BA).


Investimentos
Neste ano, conforme explicou Elie Chidiac, a convocação aconteceu em decorrência da falta de investimentos e o congelamento por cinco anos da tarifa de energia. “Isso debilitou a empresa e impossibilitou manutenção e expansão da rede, houve desfalque financeiro grave e por isso o governo estadual teve de socorrer e federalizou a empresa.” Atualmente, ele explica, a fase é de equilíbrio financeiro e os investimentos já voltam a ser feitos.

“Investimos no ano passado cerca de R$ 225 milhões e este ano estão previstos R$ 300 milhões. Ou seja, agora começam a surgir mais investimentos e a melhora na qualidade do atendimento da população”, pontua. Por outro lado, o diretor de Regulação reconhece que os indicadores ainda não são os ideais. Mas com relação ao ano passado, a Celg D avalia que não houve uma “piora”.

Apesar de reconhecer crescimento no número de ocorrências de desligamento no sistema, a informação é de que não aconteceu aumento na duração ou na frequência. “É um sintoma de que as ações tomadas já refletem melhorias”, avalia o diretor técnico Humberto Eustáquio. Para sair do quadro de piora, a Celg D também deverá apresentar o equilíbrio financeiro.


Posição
No ano passado, a Celg D foi última colocada no ranking das distribuidoras brasileiras de grande porte, na 35ª posição, quando foram levados em conta dados de 2013. Já no ranking que teve como base o ano de 2012, ela apareceu como a segunda pior do País. Na avaliação de 2011, estava em 28ª. A previsão da Aneel é de que novo ranking, com dados de 2014, seja divulgado até março.

De acordo com o índice Aneel de Satisfação do Consumidor de 2014, em que 450 pessoas foram entrevistadas, a Celg D foi avaliada como regular e teve nota maior do que o mesmo período de 2013, variação positiva de 5,33%, de uma avaliação que vinha em queda desde 2009. Mas o índice de satisfação ficou inferior à média encontrada no Centro-Oeste e no Brasil. (Fonte: O Popular)

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