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Atuação da mulher é decisiva no agronegócio

13/04/2016
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As tendências do campo e da sociedade colocam a mulher como figura central na continuidade do agronegócio. O tema foi abordado em palestra ministrada pelo agrônomo e consultor José Ney Vinhas na manhã desta terça-feira (12), na Tecnoshow Comigo, em Rio Verde (GO). Cada vez mais jovens, segundo ele, as mulheres tem ocupado funções decisivas, em áreas que antes eram exercidas apenas por homens. Elas estão na linha de frente, tomando decisões e se responsabilizando pela gestão e administração do negócio, com importante papel ainda na articulação e harmonização familiar.

De 1991 a 1998, segundo Vinhas, apenas 1% das propriedades rurais tinha uma mulher como responsável pela tomada de decisões. Hoje, esse porcentual já atinge os 10%. O avanço, em muito, além de explicado pela mudança comportamental e cultural, é justificado também por aspectos naturais do desenvolvimento da sociedade. As mulheres possuem expectativa de vida maior e são maioria na população. “Eu particularmente conheço muitas viúvas e pouquíssimos viúvos, ou seja, mais cedo ou mais tarde, o negócio vai cair nas mãos das mulheres. É uma tendência e o campo, vale frisar, é um negócio familiar”, expõe José Ney Vinhas.

Para uma plateia repleta de mulheres, o palestrante expôs dados e estudos que comprovam a necessária atuação feminina no campo. Um dos pontos importantes enfatizados por ele foi a desenvoltura e habilidade diplomática da mulher no meio familiar, conseguindo, quase sempre, manter a harmonia das relações e ser referência em situações de atrito. “Em negócios geridos por famílias, é primordial que elas sejam coesas e felizes. Nenhuma família constrói um negócio para gerar conflitos e disputas internas. O objetivo é de, efetivamente, conseguir formar uma família empresária e a mulher é essencial, neste sentido, porque ela consegue articular melhor as demandas, por ser mais detalhista e emocional que o homem”, expôs.

 Fonte: Ascom Tecnoshow Comigo

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