Notícias

Boletim Goiás Cooperativo

Clipping Nacional

Flash Cooperativo

Circulares

Rádio Goiás Cooperativo

Rádio Goiás Cooperativo

Rádio Goiás Cooperativo/Interior

Podcasts

Releases

Cooperativismo Ilustrado

Vdeos

Central da Marca

Canais de Comunicao

Aplicativo GCOOP

Aplicativo Gcoop

Prmio de Jornalismo

1 Prmio de Jornalismo Gois Cooperativo

Museu Virtual Gois Cooperativo

Museu Virtual Gois Cooperativo

Vdeos sobre tica

Vdeos sobre tica

Novo prdio OCB-GO

Novo prdio OCB-GO

Cooperativa amiga da Criana

Conhea a campanha

OCB-GO 60 Anos

60 anos de Histria

Cdigo de conduta tica

Conhea o Cdigo de conduta tica

Portal de Negcios

Conhea o Portal de Negcios

Prmio de Jornalismo Gois Cooperativo

1 Prmio de Jornalismo Gois Cooperativo

Notícias

Aumento de impostos afasta novos empreendedores, diz especialista

29/01/2015

O Governo Federal estuda a revisão - para cima - das alíquotas de imposto para empresas e prestadores de serviços que aderiram ao Simples Nacional. A medida é criticada pelos empreendedores e, segundo o consultor financeiro Daniel Schnaider, do SCAI Group, a revisão da tributação não é a melhor solução para a recuperação das contas públicas, pois penaliza o microempreendedor individual, encarece o custo Brasil e afasta o desenvolvimento de novos empreendedores de que o País tanto necessita.

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, afirmou que deve rever a situação de profissionais que têm renda por meio de microempresa individual, pagando entre 4% e 5% de Imposto de Renda em vez dos 27,5% cobrados de trabalhadores registrados. Segundo o ministro, essa será a prioridade no que se refere à cobrança do IR.

De acordo com Schnaider, essa medida traria vários impactos negativos. “O microempreendedor assume um negócio de risco, pois não tem nenhuma das garantias previstas na CLT. Isso também não é justo com quem já tem contratos de longo prazo e terá que absorver os novos impostos sem repassar a diferença. 

O governo federal acertou quando passou a apoiar o microempreendedor, diminuindo sua carga tributária para que sobrasse recursos e ele investisse em seu negócio, gerando trabalho e renda. Mas agora sinaliza que pode voltar atrás”, narra Schnaider.

O consultor explica que uma alternativa melhor para a recuperação das contas do Governo seria mudar as prioridades fiscais, incentivando mais os setores produtivos e de infraestrutura, de forma a acelerar o crescimento da iniciativa privada e, com ela, a criação de postos de trabalho. Essas medidas trariam, no longo prazo, o retorno esperado para a economia brasileira. "Mais negócios, mais impostos a serem pagos, este deveria ser o raciocínio", defende Daniel Schnaider.

De acordo com um levantamento do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), a arrecadação tributária cresceu muito mais que o PIB brasileiro nos últimos dez anos. De 2002 a 2012, a arrecadação avançou 231% contra os 197% de crescimento do PIB. "Esse é mais um indicador de que não se justifica aumentar uma das maiores cargas tributárias do mundo", reitera o especialista.


Compartilhar

Comentar

Deixe abaixo seu comentário:      

Email

Compartilhe este artigo por email: