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Banco Central apresenta medidas de incentivo ao cooperativismo

29/05/2019
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O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, anunciou nesta quarta-feira (29) uma série de ações que o banco deve tomar para melhorar o ambiente de negócios no país, incluir mais pessoas no sistema financeiro, reduzir a burocracia e estimular a produtividade. As medidas fazem parte da Agenda BC#, apresentada na sede da autoridade monetária, em Brasília. 

O presidente do Sistema OCB/SESCOOP-GO, Luís Alberto Pereira esteve em Brasília e acompanhou a apresentação das medidas no Banco Central. Sobre as medidas, ele analisa que significam a evolução e o aprimoramento do sistema de cooperativismo de crédito. “Hoje ele está se aproximando das regras gerais às demais instituições financeiras. Mostra um amadurecimento do cooperativismo de crédito e o grau de importância que o Banco Central dá a ele, pois já provou que estar maduro, profissional, seguro e sustentável”, disse. 

Roberto Campos Neto informou que as medidas foram divididas em 4 dimensões: inclusão, competitividade, transparência e educação financeira. Ao apresentar ações para promover uma democratização financeira para incluir mais pessoas no sistema, o presidente do BC falou sobre as medidas relacionadas ao cooperativismo. 

Na inclusão, o objetivo é nesse processo de democratização incluir mais pessoas no sistema financeiro. Isso se dará com ações como incentivo ao cooperativismo, como a permissão ao empréstimo sindicalizado, o depósito Interfinanceiro Cooperativo, que vai permitir empréstimos entre cooperativas e outros sistemas e a captação de poupança por cooperativas singulares, uso de Fundos Constitucionais como forma de financiamento, realização de assembleias por meios digitais, permissão das centrais exercerem intervenção em cooperativas singulares, bem como de confederações em centrais e aprimoramento da governança e ampliação do Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop). Haverá ainda uma meta de desenvolvimento regional com base nesse trabalho.

Sem entrar em muitos detalhes em cada tema, o presidente do Banco Central ressaltou que não há um cronograma definido ou itens prioritários para a concretização da Agenda BC#. Para ele, as medidas serão realizadas de acordo com o grau de ganho e de esforço, visando ter o maior número de ações implementadas. 

Segundo Campos Neto, boa parte das iniciativas terão que passar pelo aval do Congresso Nacional. Mais cedo, nesta quarta, ele se reuniu com o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) para sobre tratar destes e outros temas, como a autonomia do Banco Central. Sobre a conversa sobre a Agenda BC#, o presidente da autoridade monetária destacou que a instituição é formada de técnicos. “Formulamos as ideias e a decisão é do legislativo. Tudo na agenda é prioridade. Nosso papel é propor as ações macro e microeconômicas. Nós entendemos que a agenda micro pode ser grande parte da solução para o que está travando a economia”, avalia. 

Campos Neto ressaltou que há 14 grupos de trabalho para formular as medidas e, segundo ele, “a ideia é ir soltando as medidas lentamente”. “Apresentamos uma agenda de implementação fácil e discussão amigável, com pouca resistência no Legislativo. Uma vez implementada, essa agenda puxará o resto das medidas”, avaliou.

 

Confira o vídeo:

 


Conheça cada um dos pontos apresentados:

 
 

Fonte: Com informações do Banco Central

 

 


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