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Brasil e Venezuela podem estreitar relação comercial

13/12/2018

A venda de carne brasileira para a Venezuela foi o tema principal de um encontro entre lideranças dos dois países, na manhã de quarta-feira (12), na sede do Sistema OCB, em Roraima.

Os representantes do Brasil estão empenhados em mostrar as vantagens do gado criado por aqui, dentre elas, o fato de os rebanhos estarem livres da febre aftosa. A programação contou com a participação de cooperados e de representantes do governo roraimense. À tarde, um grupo formado por venezuelanos e brasileiros visitou o Frigorífico Frigo10, considerado uma das referências, em termos de infraestrutura, para toda a América Latina.

"O Brasil lutou, durante muitos anos, para alcançar esse status de zona livre de aftosa. É claro que isso nos deixa muito felizes. Mas, agora, o que nós queremos é mostrar ainda mais o nosso potencial de exportação. Roraima é um estado onde muitos investidores querem estar e nós não podemos deixar uma oportunidade como essa passar", disse Sílvio de Carvalho, que responde pela presidência do Sistema OCB e do Sistema FAERR/SENAR.

O presidente da Federação Nacional de Pecuária do país vizinho, Armando Chacin, falou da importância do encontro entre as duas nações, visando negócios futuros. "Eu acredito que temos grandes chances de progredirmos com as negociações entre Brasil e Venezuela. Esse primeiro momento é o pontapé inicial para nos aproximarmos", comentou Chacin. A comitiva também é composta pela diretora do Instituto Venezuelano do Leite e Carne, Khaty Araque, e pelos pecuaristas Neol Naar e Carlos Arenas.


ZONA LIVRE

O Brasil é totalmente reconhecido, com certificado internacional de zona livre da aftosa pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), o que abre muitas portas a empresários do setor. Aliás, o Brasil se tornou um dos mais importantes membros das OIE. As zonas livres com vacinação tornaram-se cada vez mais amplas ao longo dos anos e alcançaram o restante do país.

O primeiro registro oficial de febre aftosa no Brasil foi no Triângulo Mineiro, em 1895. Os focos na América do Sul coincidiram com a importação de animais da Europa e com surgimento da indústria frigorífica no Brasil.

Em 1951, foi criado o Centro Pan Americano da Aftosa e reconhecida a necessidade de ações conjuntas entre os países do continente. Já em 1992, o Ministério da Agricultura criou o Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa, com a adoção de medidas regionais e da campanha sistemática da vacinação.

O último foco de aftosa foi registrado no município de Japorã, Mato Grosso do Sul, em 14 abril de 2006. Hoje, o Brasil tem o maior rebanho comercial do mundo, com 218,7 milhões de cabeças de bovinos e búfalos. É também o maior exportador de carne com vendas para mais de 140 países. 

Fonte: Somos Cooperativismo (Com informações do Sistema OCB/RR)

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