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Comigo é destaque em lista da Forbes

24/03/2021
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Destaque da economia brasileira em tempos de bonança e, principalmente, em tempo de crise, o setor agrícola brasileiro registrou expansão recorde em 2020, em relação a 2019. O PIB do agronegócio cresceu 24,31%, conforme dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Esse protagonismo, em grande parte, se deve à força da atuação das cooperativas do agro e, em Goiás, um dos destaques é a Comigo, citada na última edição da revista Forbes, que anualmente publica a lista com as 100 empresas brasileiras do agronegócio que mais se destacaram, abordando seus principais desafios e perspectivas. 

Nada menos que outras 19 cooperativas agrícolas de outros Estados também mereceram destaque na revista, evidenciando a força de um setor que, em plena pandemia de Covid-19, ajuda o Brasil a atravessar com menos danos a crise sanitária que impacta fortemente a sociedade e a economia. Mesmo em cenário adverso, o cooperativismo se mostra como um modelo de negócio capaz de dar maior segurança aos produtores diante das oscilações do mercado e, ao mesmo tempo, assegurar acesso facilitado e a preços mais baixos para os insumos essenciais à produção.

Presidente do Sistema OCB/GO, Luís Alberto Pereira destaca que a presença da Comigo na lista da Forbes é motivo de grande orgulho para o cooperativismo goiano. “Com efeito, o cooperativismo tem importância estratégica para o agronegócio brasileiro e a economia nacional, pois mais de 50% do setor agrícola adota esse modelo de negócio. E, nesse contexto, é importante ressaltar seu valor social, pois cerca de 80% dos cooperados são de pequenos produtores que, ao fazerem parte de uma grande cooperativa, ganham escala e se beneficiam com maior poder de compra e de negociação dos seus produtos, conquistando igualdade de condições com os grandes players do mercado”, destaca.

Luís Alberto Pereira ainda chama a atenção para o fato de que na lista da Forbes constam nada menos do que 20 cooperativas, principalmente da Região Sul do Brasil. “Esse número mostra a força das cooperativas no agronegócio brasileiro, a exemplo da Coamo, Aurora, Lar Cooperativa e a própria Comigo.” A cooperativa goiana está posicionada no 29º lugar da lista, com uma receita de R$ 4,5 bilhões.

Futuro à vista

Mas o que tornou possível para uma cooperativa fundada em 1975, com apenas 50 cooperados, no interior do Estado de Goiás, ser hoje um dos maiores players do poderoso agronegócio brasileiro? Antonio Chavaglia, presidente da Comigo, explica que esse salto foi possível graças à união, trabalho e gestão responsável, bem como à adoção de estratégias pensadas para o desenvolvimento da região. “Se não tivermos estratégias para cinco ou anos ou mais, pelo menos, não é possível fazer”, frisa. 

Antonio Chavaglia diz que a cooperativa acompanhou o desenvolvimento da região, passando da pecuária para a agricultura mais intensiva, dando todo apoio aos cooperados. E lembra que a participação dos mesmos também é fundamental. “A cooperativa chegou aonde está porque a gestão, em todos os sentidos, dos colaboradores à diretoria, foi responsável”, afirma. 

Para o futuro, o dirigente vislumbra o mesmo caminho. “O desenvolvimento da região vai continuar, novas áreas serão abertas e teremos que continuar fazendo armazéns, melhorar as estruturas que já existem e aplicar novas tecnologias. A evolução tecnológica dentro do nosso parque fabril foi muito grande,  tudo dentro de uma gestão administrativa empresarial, com os olhos voltados para os cooperados. De outro modo não se consegue a adesão das pessoas. E assim, se Deus quiser, vamos chegar muito mais longe, capacitando as pessoas e acompanhando a evolução tecnológica”, ensina.

A lista da Forbes foi elaborada com base em informações de demonstrativos financeiros das empresas, da agência Standard & Poor’s, da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e da empresa de informações financeiras Economatica. Foram consideradas empresas com faturamento no Brasil de pelo menos R$ 1 bilhão em 2019 e o grau de atuação de cada empresa ou grupo no agronegócio brasileiro, ainda que sua atividade principal tenha relação indireta com a produção agropecuária nacional.

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