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Confiana do agronegcio cai no primeiro trimestre do ano

02/06/2014
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O Índice de Confiança do Agronegócio (IC Agro) apresentou queda de dois pontos no primeiro trimestre de 2014, em comparação ao último trimestre de 2013. Na escala de 0 a 200, o IC Agro geral (que abrange os segmentos “antes” e “depois da porteira” mais o “produtor agropecuário”) variou de 104,5 para 102,7 pontos, demonstrando uma percepção ainda mais cautelosa em todos os elos da cadeia.

Os resultados foram divulgados na última terça-feira (27) pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e OCB, idealizadoras do índice. Na análise por elo da cadeia, todos apresentaram variações negativas: “Indústria Antes da Porteira” (- 8 pontos), “Produtores Agropecuários” (- 0,4 ponto) e “Indústria Pós Porteira” (- 0,6 ponto).

Para o diretor do Departamento do Agronegócio da Fiesp, Benedito da Silva Ferreira, a queda significativa na confiança do primeiro elo foi provocada, especialmente, pelo setor de máquinas agrícolas,  que registrou queda de 21,3% nas vendas entre janeiro e março, se comparados com o mesmo período do ano anterior.

“Embora pessimista em relação à situação atual, a indústria ‘antes da porteira’ mostra-se otimista em relação às expectativas futuras. Seja em relação ao setor em que atuam, ou à economia brasileira, eles acreditam que o cenário mudará para melhor”, explica Ferreira.  “Esse otimismo foi influenciado, especialmente, pelas revendas, indústrias de defensivos agrícolas e os bancos que financiam o setor.”

Já os produtores agropecuários se mostraram satisfeitos em relação aos preços e à confiança no setor. Porém, isso não foi suficiente para manter o Índice de Confiança deste elo em alta. A desesperança com a economia brasileira e os custos de produção puxaram os resultados de 97,5 para 97,1.  

“Apesar da evolução de preços de alguns produtos agropecuários e da confiança no próprio setor, é importante lembrar que o primeiro trimestre deste ano foi marcado como um período de falta de chuvas em diversas regiões”, ressalta o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas. “Consequência do clima, a redução da produtividade média e elevação de custos, somados ao pessimismo em relação aos indicadores macroeconômicos, fizeram com que a confiança caísse.” (Fonte: Informe OCB)

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