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Cooperativa de catadores em RS evita o corte de dez mil árvores em 2019

21/01/2020


Qual a importância para o ambiente de 10 mil árvores, 32 mil litros de petróleo e 600 toneladas de minério? E qual a economia para o planeta por não precisar cortar, bombear e minerar estas riquezas? Estes são os valores dos materiais recolhidos pela Coleta Seletiva Solidária apenas em 2019 em Santa Cruz do Sul (RS): 500 toneladas de papel, 270 toneladas de plástico, 90 toneladas de metal e 190 toneladas de vidro. Somando 1.050 toneladas de resíduos sólidos recicláveis recolhidos, 13% a mais do que no ano anterior, o serviço se consolida como um agente de defesa ambiental no município.

Além da coleta, a Cooperativa de Catadoras e Catadores de Santa Cruz do Sul (Coomcat) atua ainda na Logística Reversa Solidária e na gestão da Usina Municipal de Triagem. Conforme o responsável pela comunicação da Coomcat, Jonathan William dos Santos, o trabalho da equipe formada por 52 catadores atende mais de 48 mil pessoas mensalmente em 15 bairros da cidade. Entretanto, os valores poderiam ser ainda mais altos se uma porção maior da população fizesse a separação correta do lixo.

“No setor de triagem passam 2 mil toneladas por mês e, disso, 26% é passível de reciclagem, o que é um número muito baixo. A questão é potencializar a educação ambiental para 2020”, explica. Uma das dicas de Jonathan é usar três lixeiras, uma para rejeito, uma de lixo reciclável e outra de lixo orgânico na cozinha. E mesmo que os materiais sejam colocados juntos no caminhão da Conesul, a separação é muito importante. “A gente diz para separar igual porque vai ser compactado no caminhão, mas não vai ser destruído. Quando chegar na esteira será separado, mas se colocar junto tudo se mistura e vira o chorume”, explica. “Se você conseguir separar o seco do orgânico e encaminhar para a coleta convencional, para quem não tem a coleta seletiva já vai fazer uma diferença.”

Além do impacto ambiental, a cooperativa tem um papel social importante na cidade, atuando junto aos catadores em situação de vulnerabilidade social. “A gente sempre fala da questão social porque ela caminha junto com a questão ambiental. Dos catadores que estão hoje na cooperativa, muitos passaram por problemas de drogadição, e a cooperativa acabou encaminhando para o Capes”, diz Jonathan. Também há a escolarização. Muitos não tiveram acesso e mais tarde se formaram no Ensino Fundamental, alguns já vão ingressar no Ensino Médio.” Destaca que além dos 52 catadores, o trabalho impacta diretamente outras 156 pessoas das famílias deles. Desta forma, a separação de lixo e a colaboração com o trabalho da Coomcat podem ampliar não só o serviço, mas a atuação do grupo na comunidade.


COMO SEPARAR:


Resíduos recicláveis

Tudo que for papel, plástico, vidro ou metal deve ser entregue aos catadores da Coleta Seletiva Solidária, de acordo com o dia em que eles percorrem as ruas do seu bairro, ou no Ponto de Entrega Voluntária. Nesta categoria entram garrafas pet, jornais, revistas, caixas de papelão, garrafas de vidro, isopor, embalagens longa vida, sucatas de metal e latas de refrigerantes.


Resíduos orgânicos

Podem ser usados em uma composteira doméstica para formação de adubo. Modelos menores são ideais para apartamentos e casas sem pátio. Para quem não possui a composteira, a opção é o sistema de coleta habitual de resíduos que percorre as ruas do bairro. No entanto, o material deve ser separado do lixo seco. O lixo orgânico compreende cascas de frutas, legumes, restos de alimentos, borra de café, erva-mate usada e resíduos de podas de plantas.


Resíduos perigosos

Eletroeletrônicos e óleo de cozinha usado podem ser entregues aos catadores ou no Ponto de Entrega Voluntária. Itens como laptops, CPUs, celulares, fogões, carregadores, monitores, secadores de cabelo, câmeras, televisores de tubo, LCD ou plasma, aparelhos de DVD e VHS, rádios, micro-ondas, teclados, tablets, mp3, refrigeradores e impressoras podem ser levados até o local, ou o proprietário pode agendar a entrega com a equipe por meio dos telefones de contato.
Outros materiais devem ser descartados junto à Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade, com contato pelo telefone (51) 3713 8242. Neste grupo entram pilhas, baterias, latas de tinta, medicamentos, chapas de raio X, blisters, cartões magnéticos, pneus, lâmpadas, solventes e lubrificantes.


Resíduos não-recicláveis

Materiais do lixo caseiro como papel higiênico, fio dental, fraldas, absorventes, madeira e papel engordurado não podem ser reciclados, então devem ser destinados ao sistema de coleta habitual de acordo com o dia de passagem do caminhão em cada bairro.

Fonte: Portal Gaz

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