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Cooperativa deve investir até R$ 145 mil em rastreador e botão do pânico

10/02/2016

O Sindicato dos Taxistas de Teresina quer a instalação de rastreadores e do chamado "botão do pânico" em todas as unidades que circulam na capital. Somente uma das cooperativas deve investir até R$ 145 mil para instalação do sistema nos 250 veículos, como forma de garantir maior segurança aos taxistas.

A medida faz-se cada dia mais urgente para a classe, vítima constante de ações criminosoas.

Pedro Ferreira, presidente do sindicato, afima que os próprios taxistas estão dispostos a tirar do próprio bolso o dinheiro para instalação dos rastradores, pois se sentem inseguros.

"Com os rastreadores ele vai poder informar rapidamente se estiver sendo vítima de um assalto, ou se tiver em situação de risco. Felizmente hoje já temos um canal direto com a polícia, mas lamentamos o principal problema, que é a impunidade com os criminosos", disse, ao 180.

Um problema que já é realidade na capital é a falta de novos profissionais. "Por conta do risco, as cooperativas já estão com dificuldades de encontrar novos taxistas. Hoje só temos Deus no coração para nos proteger", afirma.

Ele diz que uma das medidas tomadas pela Secretaria de Segurança, na última reunião com a classe, foi o pedido de registro nos boletins de ocorrência do termo "assalto a taxista", justamente para facilitar o levantamento deste tipo de caso na capital.

O debate sobre a segurança da classe voltou aos noticiários logo depois do assassinato de José Wilson, de 57 anos, que foi morto após reagir a uma tentativa de assalto no centro de Teresina. Ele tentou impedir que um menor lhe tomasse a chave do veículo, um Siena branco, mas acabou sendo baleado.

Fonte: Portal 180 Graus

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