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Cooperativas de crédito ganham destaque no setor de serviços financeiros

04/09/2019
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por Roberta Rodrigues, jornal A Redação

As cooperativas de crédito brasileiras ganham destaque entre as melhores companhias do setor de serviços financeiros. É o que demonstra o último ranking Valor 1000, divulgado pelo jornal Valor Econômico, no dia 20 de agosto, onde o Sicoob e o Sicredi aparecem na classificação geral entre os 10 maiores bancos, em 8º e 10º, respectivamente. “O sistema cooperativo de crédito tem crescido por oferecer um serviço com a vantagem de um atendimento direto ao cliente, com um custo menor, taxas competitivas e divisão dos resultados, que são o grande diferencial”, explicou o presidente do Sicoob Goiás Central, Marcelo Baiocchi, ressaltando que as cooperativas oferecem todos os serviços bancários. 

Para Baiocchi, outro fator determinante para a expansão do modelo no Brasil são os investimentos em inclusão financeira em municípios onde as cooperativas de crédito são as únicas instituições do setor. “As cooperativas no Brasil estão em 200 municípios que não tem nenhum banco, como por exemplo a cidade de Faina”, reforçou.

Modelo democrático

Organizadas em grandes sistemas ou de forma independente, as cooperativas oferecem garantias similares às de um banco tradicional. Mas pode ter ainda mais segurança, já que a cooperativa é conduzida pelos associados, que podem conhecer a fundo as políticas da instituição e opinar sobre elas. "É um modelo democrático que o associado pode participar nas decisões e inclusive se candidatar a gestão dos conselhos de administração e fiscal das cooperativas," explicou o presidente do Sistema OCB/SESCOOP-GO, Luís Alberto Pereira. "As cooperativas não visam lucro, tem um custo operacional menor, por este motivo tem condição de oferecer taxas e tarifas menores. A partir disso, coberto os custos e investimentos nas cooperativas, as sobras retornam aos associados”, comentou.  

De acordo com Luís Alberto os resultados também são distribuídos, direta e indiretamente, na sociedade. “Este ano investimos na revitalização do Jardim Botânico de Goiânia. Então, além das ações sociais na comunidade nas áreas de saúde, educação, e meio ambiente, como os associados estão na sociedade, os recursos voltam para ela”. É o que também destaca o presidente da Central Sicoob Uni, Clidenor Gomes, “As cooperativas não são uma novidade, mas o mercado começou a perceber que é muito mais vantajoso. Além de ter uma vantagem econômica a mais, pois retornam para as pessoas que fizeram os investimento, o fato dos recursos ficarem na comunidade é um diferencial,” destacou. 

Cooperativismo de crédito em Goiás

No Estado de Goiás a alta no cooperativismo de crédito não é diferente, o levantamento mais recente do Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras de Goiás (OCB-GO) apresenta crescimento no ramo de crédito realizado pelas cooperativas registradas na instituição, que despontam como uma opção benéfica para pessoas físicas e jurídicas, oferecendo produtos e serviços financeiros com mais vantagens para os seus associados.  A pesquisa mostra que o número de cooperados nas 35 cooperativas registradas na OCB em Goiás cresceu de 146.713 para 173.197, de 2017 para 2018, um aumento de quase 26 mil pessoas e um acréscimo de R$ 3,4 bilhões na movimentação neste mesmo período, com ativos de R$ 11,5 bilhões para R$ 14,9 bilhões.

"Estamos crescendo ano a ano por conta de investimentos em novas agências, patrocínio em campeonatos, ações que aumentem a visibilidade das companhias, e temos o potencial de ter mais visibilidade", ressaltou o gerente de Desenvolvimento do Cooperativismo da Sicredi Brasil Central, Rafael Miranda Meira.  

Para Rafael, o diferencial das cooperativas está no modelo que além de oferecer taxas mais competitivas se preocupa em entender as necessidades da sociedade. “O modelo está ligado às necessidades das pessoas no século 21, o atendimento é personalizado para o associado ter uma vida financeira saudável, por isso oferecemos cursos de educação financeira, entre outros.” Os dados da OCB demonstram também um crescimento de 276 vagas de empregos oferecidos pelas cooperativas que foram de 2.421 em 2017, para 2.697, em 2018. “As pessoas são as donas da cooperativa, gerando emprego, levando resultados a sociedade local”, concluiu. 

Fonte: A Redação

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