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Cooperativas reivindicam aumento dos financiamentos

25/08/2016
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As cooperativas agropecuárias que atuam com aves e suínos estão reivindicando do governo federal o aumento de recursos disponibilizados em diferentes linhas de financiamento, em caráter emergencial, para que elas tenham condições de atravessar este momento de custos elevados com o milho e farelo de soja, insumos utilizados na ração dos animais, e de demanda de mercado reduzida. Esse foi um dos temas tratados pelo presidente do Sistema Ocepar e diretor da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) representando a região Sul, José Roberto Ricken, com o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, em audiência ocorrida na terça-feira (23), na sede do Ministério, em Brasília. Na oportunidade, Ricken entregou um ofício assinado pelo presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, com o detalhamento dos pleitos das cooperativas.

Apoio 

“O apoio do governo federal é importante para que possamos superar as dificuldades do atual cenário de mercado e da economia nacional. Trata-se de um setor importante, lembrando que somente as 20 maiores cooperativas que atuam como agroindústrias integradoras no país geraram 74,4 mil empregos diretos, atendendo mais de 116 mil cooperados, com resultados financeiros de 34,1 bilhões de reais em 2015”, disse Ricken, destacando alguns dos números que constam no documento entregue ao ministro. 

Entre as medidas reivindicadas pelas cooperativas ao ministério da Agricultura estão: aumentar em 100 milhões de reais todas as faixas de limites de crédito para beneficiamento e industrialização das cooperativas para as atividades de avicultura e suinocultura; ampliar de 65 milhões de reais para 100 milhões de reais o limite de crédito do Programa de Capitalização de Cooperativas Agropecuárias (Procap-Agro), na modalidade capital de giro; alterar os limites de custeio por cooperado, de 80 mil reais para 150 mil reais (avicultura) e de 150 mil reais para 250 mil reais (suinocultura); aumentar o percentual das exigibilidades rurais, de 34% para 36%, e criar uma linha de financiamento de capital de giro, de forma emergencial, para as cooperativas que atuam com industrialização de carnes, com taxas de juros de crédito rural, prazos de pagamentos de até três anos, com um de carência, limite de crédito de até 100 milhões de reais por cooperativa e com total de recursos na ordem de 1 bilhão de reais.

Fonte: Paraná Cooperativo

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