Dia C

Sobre o DIA C GOIÁS

Aplicativo GCOOP

Aplicativo Gcoop

Prêmio de Jornalismo

1° Prêmio de Jornalismo Goiás Cooperativo

Vídeos sobre Ética

Vídeos sobre ética

Novo prédio OCB/GO

Novo prédio OCB-GO

Cooperativa amiga da Criança

Conheça a campanha

OCB/GO 60 Anos

60 anos de História

Código de conduta ética

Conheça o Código de conduta ética

Portal de Negócios

Conheça o Portal de Negócios

Prêmio de Jornalismo Goiás Cooperativo

1° Prêmio de Jornalismo Goiás Cooperativo

Cooperativismo Ilustrado

Confira todos Infocoops

Notícias

Cooperativismo financeiro tem soluções para apoiar crescimento da indústria da construção

04/12/2020
whatsapp-image-2020-12-04-at-15-5411165.jpeg


Muito além de promover a inclusão do cidadão e a educação financeira, o cooperativismo de crédito impulsiona o desenvolvimento socioeconômico local e regional. A afirmação foi feita pelo diretor-presidente do Sicoob Engecred, Fabrício Modesto Cesar, na tarde desta quarta-feira (02/12), durante o painel ‘As fintechs e as cooperativas de crédito como ferramentas de desconcentração bancária’, realizado no 92º Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic), promovido pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

Segundo Fabrício, as cooperativas de crédito são uma alternativa para apoiar o desenvolvimento da indústria da construção brasileira assim como contribui com o agronegócio em todo o território nacional. “A exemplo do agro, o perfil das empresas e produtos da indústria da construção aponta para muitas oportunidades, levando em conta as diferentes soluções oferecidas pelo cooperativismo”, reforçou.

Na oportunidade, o diretor-presidente do Sicoob Engecred disse que o cooperativismo tem o entendimento das necessidades do setor, considerando que o modelo de crédito das empresas da indústria da construção é mais detalhado, mais complexo e também requer proximidade com o cliente. Segundo Fabrício, esse foi um dos apontamentos do presidente da CBIC, José Carlos Martins, durante o IV Painel Cooperativismo Financeiro realizado pela cooperativa, no último dia 25 de novembro.

A força do cooperativismo

O cooperativismo financeiro atingiu no Brasil a marca de 10,9 milhões de associados em 2019, conforme levantamento realizado pelo Banco Central e consolidado no Panorama do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC). Segundo Fabrício, o sistema apresenta um crescimento 2,7 vezes maior em comparação ao conjunto dos demais segmentos das instituições financeiras no país. Em 2019, o SNCC contabilizou R$274 bilhões em ativos totais e as captações somaram R$204 bilhões, ao final do ano.

Em evidente expansão, o cooperativismo financeiro vem demonstrando sua força marcando território tanto no interior, onde já atua de forma destacada, como nos grandes centros. O Sicoob é hoje a maior instituição financeira cooperativa do país e reúne mais de cinco milhões de cooperados, estando presente em todos os estados do Brasil. O sistema é o 45º maior grupo empresarial nacional, de acordo com o ranking 200 Maiores Grupos da Revista Exame 2019, atuando em mais de 1,9 mil municípios. Com mais de 3 mil pontos de atendimento, o Sicoob é a única instituição financeira em 304 municípios. “A análise da evolução acentuada dos números evidencia que o mercado busca alternativas de crédito melhores e mais justas, alinhadas ao relacionamento consultivo e de maior proximidade, diferencial único e que está no DNA das cooperativas”, avaliou Fabrício.

Sobre o Painel

O painel ‘As fintechs e as cooperativas de crédito como ferramentas de desconcentração bancária’ integrou a programação das salas virtuais do 92º Enic, realizado pela CBIC. Foi mediado por Celso Petrucci, presidente da Comissão de Indústria Imobiliária da CBIC e também economista-chefe do Secovi-SP.

Fabrício Modesto Cesar dividiu a apresentação do Painel com o diretor de Regulação do Banco Central, Otávio Ribeiro Damaso, que ressaltou que a presença do cooperativismo financeiro no país tem um aspecto relevante no sistema financeiro. Otávio falou sobre o atual processo de inovação do Sistema Financeiro Nacional com novos modelos de negócios, uma efetiva desconcentração, inclusive geográfica, e a digitalização de dados que permite melhor diagnóstico do setor. 

Fonte: Assessoria de comunicação 

Compartilhar

Comentar

Deixe abaixo seu comentário:      

Email

Compartilhe este artigo por email: