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preciso "humanizar a economia", afirma Papa a cooperativistas

14/09/2015
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No discurso que dirigiu aos membros da Banca Cooperativa de Roma, Francisco recordou que, em fevereiro passado, tinha recebido em audiência os representantes da Confcooperative e da Federcaixas e, hoje a eles, por ocasião dos 60 anos de fundação. O Papa sublinhou que o motivo destas audiências é que a Igreja conhece bem o valor das cooperativas. 

"Na origem de muitas delas estão sacerdotes, fiéis leigos empenhados, comunidades animadas pelo espírito de solidariedade cristãs. E este momento não se esgotou", disse o Papa, recordando que muitas encíclicas, inclusive, a “Laudato Si” sublinha  o valor das cooperativas no campo das energias renováveis e na agricultura.

Francisco prosseguiu, retomando algumas recomendações já feitas em fevereiro à Confccoperative e as Federcaixas, como, por exemplo, continuar a ser motor que ajuda a parte mais frágil das comunidades locais e da sociedade civil, tendo em conta os jovens desempregados; preocupar-se com a relação entre economia e justiça social, mantendo sempre no centro o valor e a dignidade da pessoa humana; facilitar e encorajar a vida familiar; promover o uso solidário do dinheiro; fazer crescer a economia da honestidade etc.

Relembrando que a Banca do Crédito Cooperativo é a maior banca deste tipo na Itália, o Papa sublinhou que pode acontecer que uma cooperativa se torne uma grande empresa, mas não é este o desafio mais importante. “O desafio mais importante é crescer continuando a ser uma verdadeira cooperativa, aliás, sendo-a cada vez mais. Isto significa favorecer as participação ativa dos sócios. Fazer juntos e fazer para os outros”.

O Papa não ignora o facto de que gerir uma banca é uma tarefa delicada, que requer muito rigor, mas uma Banca cooperativa deve ter algo a mais: deve “procurar humanizar a economia, unir a eficiência com a solidareidade.” E recordou a palavra “subsidiariedade”  presente na Doutrina Social da Igreja, um princípio que essa Banca soube colocar em ação para enfrentar a crise sem pesar nas instituições. “Por isso é importante que continueis por esse caminho de integração das bancas de Crédito Cooperativo na Itália, não só porque a união faz a força, mas porque é preciso alargar o horizonte.”

O Papa concluiu encorajando-os nos gestos de beneficência e mutualidade que realizam e a participarem ativa e generosamente na vida de todo o movimento cooperativo, tendo sempre a pessoa (jovens e famílias particularmente) no centro da produção.

Fonte: DA

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