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Mesmo com risco de recessão global, Brasil tem potencial para superação da crise, diz Caio Megale,

09/08/2022
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O presidente do Sistema OCB/GO, Luís Alberto Pereira, participou, nesta segunda-feira (9/08), do painel Cenário Econômico do Brasil em 2022, realizado pelo Fórum de Entidades Empresariais de Goiás, no Teatro Sesc Cidadania. O evento teve a palestra do economista-chefe da XP Investimentos, Caio Megale, que traçou um quadro preocupante do contexto global, como resquício da crise pós-pandemia, que pode resultar numa recessão global neste segundo semestre ou em 2023. Contudo, apontou perspectivas para a retomada do crescimento do País.

O painel é o primeiro de uma série de eventos que serão realizados pelo Fórum no segundo semestre, com foco em economia e política e de olho nas eleições para o Executivo e o Legislativo federal e estadual.

Convidado pelo Fórum Empresarial para abrir uma série de eventos programados para o segundo semestre, em meio ao momento de campanha e eleição no Brasil, Caio Megale explanou sobre o contexto global de transformações e incertezas, no qual o País está inserido, com a volatilidade dos mercados, além de inflação e juros em alta.

“Por outro lado, o Brasil tem suas fortalezas, tem o mercado interno muito forte. O setor de commodities agrícolas e de mineração se beneficiam desse ambiente global, em que a demanda por esses produtos está muito forte. Também o Brasil fez reformas importantes nos últimos anos, a reforma trabalhista, a reforma da previdência, a desalavancagem dos bancos públicos, o que permitiu o crescimento do mercado financeiro e de crédito. Se nós mantivermos o foco em trazer a inflação para baixo, equilibrar as contas públicas e fazer as reformas que ainda faltam, eu acho que o Brasil tem todas as condições de voltar a crescer e sair desse momento de incerteza que o mundo inteiro vive”, completou.

Sobre as eleições, o economista salientou que o importante, do ponto de vista do cenário econômico, é uma agenda que possa trazer estabilidade de curto prazo e foco nas reformas. “Muito mais importante que esta ou aquela candidatura é: qual vai ser a agenda de reformas e equilíbrio econômico que a gente vai assistir no próximo mandato presidencial”, pontuou.

Fonte: Com informações do Sistema Fieg

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