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OCB defende mudanças na importação de leite

25/08/2017
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A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara dos Deputados realizou, na tarde de terça-feira (15), audiência pública sobre o impacto da importação de leite e de derivados para a cadeia produtiva do setor. O encontro contou com a presença de deputados federais e de diversos representantes do setor agropecuário e do governo.

Representando o cooperativismo brasileiro, o coordenador da Câmara do Leite do Sistema OCB, Vicente Nogueira, lembrou aos parlamentares que o governo deve estar atento ao setor que mais gera postos de trabalho no Brasil, por meio de medidas antidumping, de interesse nacional. “Atualmente, a política leiteira está sendo pautada pelas importações do Uruguai, um país cuja a população é menor do que o número de produtores envolvidos com a produção de leite. Segundo nosso último Censo Agropecuário do IBGE, de 2006, nosso setor levantou mais de 1 milhão de produtores no país. Se pensarmos quatro pessoas por propriedade, teríamos quatro milhões de pessoas diretamente envolvidas na atividade leiteira, todos os dias, número maior inclusive do que o de pessoas no Uruguai”, destacou o representante da OCB.

Segundo Vicente Nogueira, a política de importações do Uruguai tem gerado queda da produção brasileira nos últimos anos e colocado em cheque os atuais acordos setoriais da cadeia do leite com a Argentina, sendo necessárias ações do governo para mediar os acordos comerciais. “Nós não queremos impedir ou zerar as importações. Queremos apenas organizar e coordenar a quantidade de produtos importados, para que tenhamos um mínimo de previsibilidade no preço do nosso leite, que tem sofrido quedas abruptas por causa das importações”.

Além das ações antidumping, foram citadas durante a audiência pública como medidas importantes para a retomada do crescimento do setor o incentivo ao consumo, melhores condições de linhas de financiamento voltadas à cadeia do leite, o estímulo ao cooperativismo como modelo de organização da produção e o maior incentivo aos programas de compras públicas, como o PAA-Leite e o PNAE.

Fonte: Somos Cooperativismo

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