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Pesquisas apontam falta de confiana do industrial na economia e endividamento do goianiense

30/03/2015

Situação econômica em Goiânia e Goiás não está confortável para ninguém. De um lado, o número de endividados cresceu, do outro, a confiança do empresário industrial só diminui desde o início do ano. Pesquisas realizadas neste mês de março pela Federação do Comércio do Estado de Goiás (Fecomércio GO) e Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), mostram essa realidade, que reflete a desaceleração da macroeconomia, e quais são os problemas que o cidadão enfrenta na ponta da cadeia econômica. 

O total de endividados em Goiânia aumentou 7% de fevereiro (55,3%) para março (59,2%), de acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), divulgada no dia 26 de março pela Federação do Comércio do Estado de Goiás (Fecomércio GO). Na comparação com março do ano passado, quando o total de endividados ficou em 48,2%, o avanço foi de 22,8%.

Apesar do crescimento do total de endividados, o percentual de consumidores que não têm dívidas com cartões de crédito, carnês, cheques pré-datados, empréstimo pessoal, prestações de carro e seguros, recuou de 44,5% para 40,6%, entre fevereiro e março. Ainda assim, o cartão de crédito continua sendo o vilão. A quantidade de consumidores endividados com este tipo de dívida pulou de 55,8% para 58,7%, neste mês, seguido pelos carnês (23,9%) e pelo financiamento de carro (19,4%).

O estudo mostra que 10% dos entrevistados consideram-se muito endividados. Dentre as famílias ouvidas, 34,9% afirmam que continuarão endividadas por mais um ano. Na avaliação do presidente da Fecomércio, José Evaristo dos Santos, o endividamento com cartão de crédito ainda é grande devido à contribuição das altas taxas de juros no país.

Outro dado da pesquisa, o total de endividados com contas em atraso, caiu 13% na mesma comparação com março de 2014, passando de 19,8% para 17,2%, conforme destacou José Evaristo. Dentre os endividados, 29,1% das famílias possuem contas em atraso. Destes, 13,4% devem regularizar parcialmente as dívidas no próximo mês e 46,5% acreditam que não conseguirão. Ainda dentre as famílias com contas em atraso, a PEIC aponta que 52,8% estão inadimplentes há mais de 90 dias. 

Do total de entrevistados, 41,7% revelaram que têm de 11% a 50% da renda comprometida com dívidas. O comprometimento médio de renda é de 30,5%. “O limite ideal de comprometimento de renda é 30%. Acima deste nível passa a ser preocupante”, pontuou José Evaristo. 

Indústria 

O Índice de Confiança do Empresário Industrial Goiano (ICEI), pesquisado mensalmente pela Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), registrou a segunda queda consecutiva do ano, atingindo 39,1 pontos, pior marca da série histórica, iniciada em 2009.

No Brasil, o indicador tem registrado comportamento desfavorável desde abril/2014, com resultados abaixo de 50 pontos, desde então. Em março de 2015, chegou à marca de 37,5 pontos. O ICEI nacional acumula queda de 15 pontos nos últimos 12 meses sendo que, em 2015, caiu 7,7 pontos. 


O ICEI  é um indicador utilizado para identificar mudança de tendência na produção industrial. Empresários confiantes tendem a aumentar o investimento e a produção para atender ao esperado crescimento na demanda. O ICEI varia de 0 a 100 e valores acima de 50 pontos indicam empresários confiantes.


Condições e expectativas 

O Índice é composto por dois indicadores, o de Expectativa e o de Condições. No primeiro, o empresário se posiciona quanto à atual situação em comparação com os próximos seis meses. Já no segundo caso, no Indicador de Condições, avalia-se o posicionamento do empresário quanto à atual situação em comparação com o último semestre.

“O Indicador de Expectativa – que até então vinha se mantendo acima de 50 pontos, porém em uma trajetória declinante – teve comportamento mais adverso em março de 2015, com retração de 6,2 pontos, alcançando 44 pontos”, comenta Cláudio Henrique de Oliveira, economista da Fieg, responsável pela pesquisa.

O Indicador de Condições retrocedeu novamente, a terceira queda seguida, chegando a 28,8 pontos. “Há alta insatisfação dos empresários em relação ao atual momento, o que, combinado com o recuo do Indicador de Expectativa para abaixo de 50 pontos, revela uma situação indesejada pelos industriais goanos”, afirma o economista. (Fonte: Ascom Fecomércio e Fieg)











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