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Presso dos bancos pode atrasar parceria de cooperativas e municpios

05/12/2016
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A aprovação da atuação das cooperativas de crédito com as prefeituras tende a sair em 2017. Com crescimento de dois dígitos no setor e redução nos calotes, projeto será benéfico para os dois lados, mas ainda pode atrasar por pressão contrária dos bancos.

O Projeto de Lei Complementar (PLC) 100 de 2011, que já está em pauta no Plenário, possibilitará a atuação das cooperativas de crédito com entidades públicas. Segundo o presidente da Central Sistema de Crédito Cooperativo (Sicredi), Manfred Dasenbrock, o segmento está “esperançoso” com a aprovação até o final do segundo semestre, principalmente porque “seria uma conquista para ambos os lados”.

“Temos os produtos, a liquidez e, em muitos municípios, somos a única instituição financeira. Neste cenário, a ‘maior empresa’ é a prefeitura e o repasse de recursos entre cooperativa e o setor público alavancaria as duas entidades”, diz o executivo.

Para Hugo Rodrigues Pereira, gerente da área estratégica do Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob), apesar do otimismo, a pressão dos bancos e a incerteza política ainda podem trazer dificuldades.

“Os bancos se posicionarão no Congresso e o que nos resta é ver o que pesa mais: o lado social ou o poder econômico dessas instituições”, questiona o executivo.

Por outro lado, com a última decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de, em caso de desoneração, diminuir o repasse por parte da União aos municípios, mantendo o percentual de direito às prefeituras, muitos das cidades, sem a capacidade financeira de sustentar suas máquinas administrativas de maneira independente, também tendem a pesar os prós da PLC 100.

“As prefeituras estão em estado crítico, e isso deve agilizar a aprovação do projeto. O momento de incerteza política, no entanto, nos torna mais conservadores”, comenta Pereira.

Ele completa que, a depender do governo em 2017, o posicionamento das cooperativas ainda pode mudar.

“Os desdobramentos da [Operação] Lava Jato não dá certeza sobre quem estará governando no ano que vem, e tudo ainda depende muito de como será a manutenção da linha de Estado. Se houver uma troca de governo, tudo mudará, e teremos que rever toda a nossa posição de atuação para a PLC 100”, ressalta o gerente do Sicoob, Hugo Pereira.

Fonte: www.seteco.com.br, via Portal do Cooperativismo de Crédito

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