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Renda domiciliar em Gois de R$ 1.031, aponta o IBGE

04/03/2015

A renda domiciliar per capita de Goiás em 2014 foi de R$ 1.031, posicionando o Estado em 11º lugar no ranking nacional. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada pela primeira vez nesta quinta-feira, 26, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O valor é inferior à média nacional, R$ 1.052 e abaixo também de Estados com características semelhantes a Goiás, como Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

A renda domiciliar per capita é a soma de todos os rendimentos recebidos por cada morador de uma casa, dividido pelo total de moradores do domicílio. O resultado desta pesquisa, cuja metodologia é inédita, corrobora com outros estudos semelhantes de indicadores de renda de Goiás.

Isso significa que, apesar do Estado se destacar nos últimos anos em relação ao crescimento econômico e índice de desemprego, por exemplo, em relação ao País, o mesmo não ocorre quando se trata de rendimentos. Para mudar esse cenário, na avaliação do economista Jeferson de Castro, é necessário investir em ciências e tecnologia, inovação, educação e agregar valor aos produtos, imprimindo criação de novas oportunidades de emprego. “Só aumenta o rendimento se tiver ganho de produtividade”, ressalta. Vale lembrar que estas estimativas servem como base para o rateio do Fundo de Participação dos Estados (FPE), conforme definido pela Lei Complementar 143, de julho de 2013.

Outro ponto observado pelo chefe da unidade do IBGE em Goiás, Edson Roberto Vieira, é que a mão de obra goiana é pouco organizada. Enquanto no País 16,1% dos trabalhadores estão associados a algum tipo de sindicato, em Goiás, somente 10%. Na prática, essa falta de adesão reflete em salários mais baixos para determinadas categorias.

Experiência
A renda domiciliar per capita do retificador Aurisvaldo Ferreira é de R$ 700. A família composta por ele, a esposa Claudiene Rocha Queiroz Ludovico e mais dois filhos de 13 e 9 anos, contam somente com a renda mensal do retificador, de R$ 2,8 mil. Embora tenha concluído apenas o ensino fundamental, Aurisvaldo diz que conseguiu aumentar a renda nos últimos anos contando com a experiência na atividade e a falta de profissional no mercado. “Mas pretendo fazer alguns bicos em outras retíficas para aumentar a renda. A vida está ficando mais difícil”, explica.

Para Edson Vieira, um dos fatores que levam Goiás a ficar numa colocação intermediária no ranking é o peso das atividades na economia. Estados melhor posicionados possuem maior influência da industrialização. Enquanto o agronegócio no País corresponde a 5,3% do Produto Interno Bruto (PIB), em Goiás equivale a 13,8%.

Mas o que causa estranheza é que Goiás fica atrás de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, cujas características econômicas são semelhantes. Isso ocorre mesmo Goiás tendo uma população economicamente ativa maior, menor número de pessoas por residência e maior nível de industrialização. Edson acredita que a diferença está na dinâmica de mercado.(Fonte: O Popular)

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