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Seapa realiza seminário em Goiânia

06/09/2019


A tarefa de gerir uma empresa exige conhecimento e dedicação para garantir que os objetivos sejam alcançados. Um planejamento bem feito significa que os riscos serão minimizados e haja uma previsão de produtividade. Essa cultura empresarial se aplica não só nos centros urbanos, mas também no campo, que é a base da economia goiana e nacional. O assunto é tema do Seminário O Protagonismo do Agro em Goiás, que será realizado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) no dia 13 de setembro, em Goiânia. Ao todo, serão três painéis com tópicos sobre cenários do agronegócio, profissionalização no campo e gestão financeira – uma visão linear voltada especificamente para as necessidades deste setor. Com participação de profissionais renomados de diferentes áreas, o enfoque é apresentar o processo de profissionalização corporativa do agronegócio, em suas diversas áreas.
 
No campo, as possibilidades são vastas, já que se trata de um dos principais setores da economia não só goiana como nacional. Os financiamentos, por exemplo, há muito não são oferecidos apenas por bancos. Os produtores rurais já acessam a bolsa de valores como uma alternativa para capitalizar em época de investimentos na lavoura ou na pecuária. O Certificado de Recebível do Agronegócio (CRA) é um exemplo dessa transformação. Criado após a emissão da Cédula do Produtor Rural (CPR), o produtor oferece uma garantia e, então, tem sua CRA negociada na Bolsa de Valores (B3) com investidores. O produto é destinado a produtores de soja, algodão, milho e cana-de-açúcar, com mais de dois mil hectares.

“A ideia é que o produtor migre para o mercado de capitais, que acreditamos que seja o futuro do financiamento no Brasil. Dessa forma, por ser um modelo de operação a estruturar, é possível que se negocie as condições com o investidor”, comenta Vinícius Vieira, sócio da GVF Partners e um dos palestrantes do seminário. Segundo o especialista, a grande vantagem está justamente na possibilidade de personalização do contrato de acordo com as necessidades do produtor e expectativas do investidor. “Diferentemente do banco, em que há um custo de inadimplência médio, na operação estruturada analisa-se o risco específico do produtor”, explica. Nesse sentido, a gestão financeira é conduzida por profissionais capacitados, especialistas no segmento.

Renegociação de dívidas

Em momentos de gestão de crise, o produtor rural é fortemente impactado, principalmente quando não tem sua produção assegurada ou é atingido por questões ambientais, por exemplo. Desdobramentos sócio-políticos também dão causa ao fim de muitos negócios do setor. Por isso, estar atento às formas de renegociação de dívidas é fundamental para afastar os riscos de quebra, sendo que há maneiras extrajudiciais ou mesmo judiciais para isso.

No campo extrajudicial, a forma de gestão mais interessante pode ser a renegociação. Para isso, é necessário compreender a estrutura de governança da empresa e seu modelo de negócio a fim de analisar os passivos sujeitos a um processo de renegociação, definição dos blocos de credores, modelagem financeira e elaboração documental dos acordos com seu arquivamento em juízo. “Do ponto de vista geral e racional, o processo de renegociação extrajudicial leva em consideração a capacidade de recuperabilidade objetiva, ou seja, a aplicação dos instrumentos previstos nos artigos 161 a 167 da lei 11.101/2005 deve estar blindado de uma análise de capacidade de entrega de uma proposta factível aos credores”, destaca Paulo Tavares, sócio da 2Par Consultoria, fazendo referência à norma que regula a recuperação judicial, a extrajudicial e a falência do empresário e da sociedade empresária. 

Na prática, o processo se inicia com um diagnóstico pormenorizado da empresa, buscando identificar a sua real situação do ponto de vista operacional e financeiro, e a partir destas análises são traçados cenários, que irão envolver estágio de solvência da empresa, blocos de credores, melhoria na operação, fluxo de caixa passível de alocação às renegociações e identificação de ativos da empresa que possam compor às negociações. Após, o caminho é implementação das negociações junto aos credores, de forma isolada ou em bloco (com homologação judicial).

Para além do extrajudicial, o advogado Diego Montenegro, sócio do escritório que leva seu nome, destaca a recuperação judicial como uma forma de renegociação de dívidas. “Essa é uma ferramenta por excelência de renegociação judicial de dívidas. Se não é possível por outros mecanismos, podemos partir para a recuperação judicial. Há alguns requisitos para preencher e podemos trabalhar voltados para a atividade do agronegócio”.

Evento

O Seminário O Protagonismo Agro será realizado em Goiânia (GO), no auditório da Seapa, no dia 13 de setembro de 2019, a partir das 7h30. A realização é da Seapa e suas jurisdicionadas Agência Goiana de Assistência Técnica, Extensão Rural e Pesquisa Agropecuária (Emater), Centrais de Abastecimento de Goiás (Ceasa) e Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa). O evento tem o apoio de Pinheiro Advocacia e Consultoria, Diego Montenegro Advogados, GVF Partners, 2Par e TMA Brasil. Voltado para os produtores rurais, a participação no evento é gratuita e as inscrições podem ser feitas pelo site.

Data: 13 de setembro de 2019 (sexta-feira)
Horário: 7h30 às 17 horas
Local: Auditório da Seapa – Rua 256, nº 52, setor Leste Universitário, Goiânia (GO)
Inscrições: https://www.sympla.com.br/seminario-protagonismo-do-agro-em-goias__605976
Mais informações: (62) 3201-8952 / 8925
Realização: Seapa, Emater, Agrodefesa e CeasaApoio: Pinheiro Advocacia e Consultoria, Diego Montenegro Advogados, GVF Partners, 2Par e TMA Brasil

Fonte: Assessoria de imprensa

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