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Sistema OCB/SESCOOP-GO presta condolncias pela morte de Jos Magno Pato

14/05/2018
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O Sistema OCB/SESCOOP-GO presta condolências à família e amigos de José Magno Pato, que morreu na madrugada do último sábado (12). Ele atuava, atualmente, como presidente do Sindicato das Indústrias de Carnes e Derivados no Estado de Goiás (Sindicarne) e conselheiro do Fundo para o Desenvolvimento da Pecuária em Goiás (Fundepec-Goiás), entidade que nasceu da sua articulação e da qual já foi presidente. Pato era mineiro e iria completar 80 anos em agosto. Pato foi vítima de hemorragia digestiva, isquemia cerebral e falência múltipla dos órgãos.

José Magno Pato era médico veterinário e foi professor universitário. Assumiu, em 1983, a Secretaria de Agricultura de Goiás e incrementou todo o trabalho de vacinação contra a febre aftosa no rebanho bovino goiano, o que permitiu que o Estado desse um salto de qualidade da carne, motivando a instalação de grandes indústrias frigoríficas no Estado. Como secretário estadual de agricultura, implantou um arrojado projeto para a produção de seringueiras, nova atividade rentável para os produtores goianos; incrementou o serviço de fiscalização vegetal e inseriu também um programa que é sucesso até hoje em Goiás - o Lavoura Comunitária. Nesse programa, os fazendeiros cedem aos trabalhadores terras em regime de comodato para plantios diversos, cujas colheitas são divididas entre todos os envolvidos.

Também foi secretário nacional de Defesa Agropecuária, em 1986, a pedido de Iris Rezende. Quando retornou a Goiânia, Pato assumiu o cargo de delegado federal do Ministério da Agricultura (regional), órgão responsável pela fiscalização da qualidade de produção, industrialização e comercialização de alimentos de origem vegetal e animal.

A partir da ideia de criar no Estado um organismo que pudesse combater a febre aftosa, nasceu a Fundação de Combate à Febre Aftosa que, mais tarde, em 1997, transformou-se no Fundepec. É um Fundo Emergencial Indenizatório um seguro para os pecuaristas no caso de abate sanitário de rebanhos acometidos de doenças de notificação obrigatória. O Fundo é referência e modelo no Brasil que motivou a criação de similares em vários Estados.

Como pesquisador, José Magno Pato publicou estudos que apontam que todas as variedades mochas das raças zebuínas do Brasil surgiram em Goiás, com os cruzamentos feitos por pioneiros nesse tipo de trabalho, cujos resultados foram comercializados, principalmente, para os estados de São Paulo e Minas Gerais.

Atuou, ainda, como diretor-técnico da Associação Goiana dos Criadores de Zebu (AGCZ) e Sociedade Goiana de Pecuária e Agricultura (SGPA). Na AGCZ, como diretor-técnico, incrementou sobremaneira o trabalho de registros genealógicos de bovinos no Estado, cujo volume até hoje é o maior do Brasil, segundo dados da própria Associação Brasileira dos Criadores de Zebu – ABCZ, que delega aos estados da Federação essa tarefa.

Fonte: Com informações do site da Fundepec-Goiás

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