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Unimed Goinia implementa Projeto Beb Canguru

26/08/2015
OCBGO


A Unimed Goiânia firmou uma parceria com o Projeto Bebê Canguru, para divulgar informações para futuras mães a respeito dos benefícios e vantagens de se manter o bebê próximo ao corpo por meio da "bolsa-canguru".

A 2ª oficina Bebê Canguru, que está com as inscrições abertas para beneficiárias gestantes, será realizada no dia 2 de setembro, das 18h45 às 21h, no auditório do Programa de Atenção à Saúde (PAS) da Unimed Goiânia (Avenida T-1, esquina com a Rua T-44, lojas 2 e 3, Setor Bueno, acima do Posto Hiper Moreira). As interessadas podem se inscrever pelo telefone (62) 3216-8226.

"O projeto dissemina de maneira simples, clara e útil informações ligadas à necessidade que o bebê humano tem do corpo materno nos primeiros seis meses de vida. Queremos veicular informações sobre os imensos ganhos que têm os bebês cuidados dessa forma. Também, e surpreendentemente, os incomensuráveis ganhos das mães que praticam o método Canguru", explica a psicanalista, fundadora e presidente da ONG Projeto Bebê Canguru, Luciene Godoy.

Nas próximas edições do Curso para Gestantes, serão sorteadas 100 bolsas-canguru entre as participantes. As futuras mães, beneficiárias da Unimed Goiânia, não contempladas no sorteio terão um desconto exclusivo e poderão adquirir as bolsas a preço de custo (R$ 20), desde que apresentem o comprovante de conclusão do curso.

"Queremos proporcionar para nossas beneficiárias gestantes os melhores métodos para que desfrutem ao máximo da experiência da maternidade, contribuindo, de forma segura e saudável, para uma maior aproximação entre mãe e filho e compreensão da importância dessa fase única em suas vidas", afirmam o diretor de Mercado da Unimed Goiânia, Sérgio Baiocchi Carneiro, e o diretor de Recursos e Serviços Próprios, Pedro Jorge Gayoso.

MétodoEm sua pesquisa sobre o processo de maternagem (termo usado para definir o cuidado dedicado à criança nos primeiros meses de vida), a psicanalista Luciene Godoy faz um estudo comparativo entre três culturas: uma que recebe o bebê colado ao corpo materno (os esquimós Netsilik), uma que recebe o bebê de forma bruta e agressiva (os Mundugumor de Nova Guiné) e a nossa própria cultura. 

"Vamos ver que tipo de cultura cada tipo de maternagem produz. Este projeto só chegará ao seu objetivo final quando conseguir demonstrar a ligação direta entre a angústia, sofrimento intenso, persistente e generalizado, em nossa cultura com a perda do corpo da mãe", diz ela.

No site do projeto podem ser encontrados vários artigos de especialistas a respeito dos benefícios do método Canguru para o sistema respiratório e o desenvolvimento sensorial dos bebês: http://bebecanguru.com/brasil/especialistas.html.

Fonte: Assessoria de Imprensa Unimed Goiânia

 

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