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Vendas do comrcio recuam 0,9% em maro, diz IBGE

14/05/2015
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As vendas do comércio varejista brasileiro seguiram em queda. Em março, na comparação com fevereiro, o indicador recuou 0,9%, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Essa é a maior queda para o mês de março desde 2003, quando registrou retração de 2,4%. No trimestre, o comércio acumula queda de 0,8%, e em 12 meses, alta de 1%. De acordo com o IBGE, os três primeiros meses do ano tiveram o menor resultado  para um primeiro trimestre desde 2003, quando caiu 6,1%, na comparação com igual período do ano anterior. Em Goiás, o recuo nas vendas comparado com março de 2014 foi de 6,7%. 


No mês de março, a variação no volume de vendas em Goiás ficou muito abaixo da média nacional, que apresentou avanço de 0,4% em comparação com março/2014. Segundo o IBGE, Goiás teve o segundo pior resultado no País em volume de vendas, só maior que o Mato Grosso, cujas vendas caíram 8,3% no mesmo mês.

A maioria das atividades vendeu menos em março. Tecidos, vestuário e calçados, por exemplo, tiveram queda de 1,4%; hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, de 2,2%; móveis e eletrodomésticos, de 3%; e veículos e motos, partes e peças, de 4,6%. Por outro lado, cresceram as vendas de combustíveis e lubrificantes (2,8%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (1,2%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (1,2%).

Na comparação de março deste ano com o mesmo mês do ano passado, apenas três atividades tiveram resultados positivos: outros artigos de uso pessoal e doméstico (17,4%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (10,2%); e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (21,8%).

As atividades que exerceram impactos negativos na composição do resultado do varejo foram hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-2,4%); móveis e eletrodomésticos (-6,8%); combustíveis e lubrificantes (-2,1%); e tecidos, vestuário e calçados (-1,2%). (Fonte: G1 e IBGE)

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