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Volta a crescer a intenção de consumo do goianiense

10/02/2016

Este início de ano foi marcado por um leve crescimento na Intenção de Consumo das Famílias (ICF), que passou de 82,3 pontos em dezembro do ano passado para 84,5 pontos em janeiro, registrando, portanto, um crescimento de 2,6%. O índice 100 demarca a fronteira entre a insatisfação e satisfação do consumidor diante do atual cenário econômico. Em relação ao mesmo período de 2015, quando o índice ficou em 117,6 pontos, houve recuo de 28,1%. A pesquisa é realizada pela Federação do Comércio do Estado de Goiás (Fecomércio-GO) em parceria com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Segundo o presidente da Fecomércio, José Evaristo dos Santos, a intenção de consumo em Goiânia é maior do que a média nacional. “A média da intenção de consumo entre todas as capitais brasileiras fechou em 77,5 pontos, o que significa que os consumidores goianienses pretendem comprar mais do que no restante do país”, comparou José Evaristo.

De acordo com o levantamento, 50,8% dos entrevistados acreditam que não terão uma melhora profissional nos próximos seis meses. Os dados revelam ainda que a renda familiar está pior que a de 2015 para 37,5% dos entrevistados e para 34,6% a renda está igual a do ano passado. O acesso ao crédito ou empréstimo ficou mais difícil na avaliação de 44,2% das famílias.

Para os próximos meses, 40,4% dos entrevistados acreditam que o consumo de suas famílias e da população em geral será menor do que no segundo semestre do ano passado. Em dezembro de 2015 este percentual era de 42,6%. O número de entrevistados que acreditam que este não é um bom momento para o consumo de bens duráveis passou de 76,1% em dezembro, para 75,9% em janeiro.

Fonte: Ascom Fecomércio Goiás

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