
O Sistema OCB/GO participou, nesta terça-feira (20), do lançamento dos programas Codego Mais Legal e Descomplica Codego, iniciativas do governo estadual voltadas à desburocratização e à regularização de empresas nos distritos industriais administrados pela Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás (Codego).
O presidente do Sistema OCB/GO, Luís Alberto Pereira, ressaltou que as medidas atendem a demandas históricas da indústria goiana e foram construídas com a contribuição do setor produtivo. “O Fórum Empresarial participou ativamente na elaboração dos regulamentos. Agora o empresário vai ter mais segurança jurídica, mais previsibilidade. Ou seja, o ambiente de negócios em Goiás vai melhorar muito com a participação dos distritos administrados pela Codego”, afirmou.
O governador Ronaldo Caiado, que participou da solenidade, disse que as medidas permitirão ao empresário acreditar e investir mais, expandindo seu próprio negócio. “Isto é a liberdade total. É a desburocratização, segurança jurídica e garantia da propriedade àquelas pessoas que lá estão, até há mais de 30 anos, mas todas as vezes tinham que passar por um processo burocrático”, destacou.
Programas
O Codego Mais Legal foca na regularização de pendências administrativas, contratuais e financeiras, permitindo a resolução de débitos não tributários – com possibilidade de redução de multas e juros – além de sanar irregularidades contratuais e problemas de uso do solo. Já o Descomplica Codego simplifica as regras vigentes, eliminando cláusulas que dificultavam a consolidação da propriedade dos imóveis, autorizando a locação dentro dos distritos e padronizando critérios técnicos. Na prática, as iniciativas buscam reduzir a burocracia, ampliar o acesso ao crédito e valorizar os imóveis.
O presidente da Codego, Francisco Júnior, declarou que as ações colocam Goiás em posição de diferencial competitivo. “Estamos falando da geração de cerca de 50 mil novos empregos em Goiás, em 2026. Somente em Aparecida de Goiânia, são mais de R$ 1,5 bilhão em investimentos privados”, projetou.
